"O que sei já pouco me basta, na relatividade do meu nada, continuo procurando sorver de tudo..."

SOB A LUZ DA LUA


Sob a luz da lua de prata,

o meu espírito se rendeu.
Sob a noite do céu de estrelas,
o meu corpo amanheceu.

No frio da madrugada escura,
a minha estrutura física ardeu.
Sob a luz dos teus olhos chocolate,
a paixão me conheceu.

Sob o efeito dos teus encantos,
libertei-me do meu interno breu.
Com o beijo perfeito de cinema,
tu me concebeu.

Sob o fitar doce do Adonis,
o meu âmago esteremeceu.
No frenesi de sentidos caros,
pari todas as alegrias quando te fiz de meu.

Adão e Eva começando um novo tempo
no templo que cada um escolheu,
eu no teu dorso e tu na minha derme.
Estudando a epistemologia de tudo o que se percebeu.

E a menina vira fera
com o novo sentimento que apareceu,
buscando uma nova era
com todo o amor que ela acolheu.

Um comentário:

  1. Encantadora poesia, Monique. Admiro tua capacidade de traduzir sentimentos de maneira tão peculiar, especial, única. Parabéns

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