
O adeus é doído
quando vejo teu olhar sofrido
ao me despedir ...
É chegada a hora,
nada que faças agora
impedir-me-á de partir...
Mesmo vendo o teu tormento,
sentindo meu corpo lento,
ainda assim terei que ir ...
Não implores para eu fique,
por mais que muito suplique,
ainda te deixarei aqui ...
Existem obrigações para cumprir
mesmo que isto implique no teu sorrir
e talvez o amanhã me traga de volta
para ficar nos braços teus tão solta
envolta nos teus beijos
amores e desejos ...
Carinho, isto me dói a alma
e nada a dor acalma
quando sei, terei que ir ...
Também espero o teu porvir
contemplando-me com o teu sorriso
porque sei, disto muito preciso.
Voltarei amado,
Juro, por Deus, será passado
toda a dor que teu corpo está tomado
e a ti farei feliz, deitarei contigo nos braços
beijarei teus lábios devassos,
e seremos tu de mim e eu de ti ...
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