
No calor das horas que se passaram,
No ardor dos corpos que se amaram
Em paz os espíritos repousaram
Na alegria do ato que consumaram
Ao final de tudo se abraçaram
Juntos a contemplar o nirvana que alcançaram
Na noite em que os desejos embalaram
Ao som dos anjos que cantaram
Na melodia secreta que foi desperta
Arpas, bandolins, cítaras e seresta
Achou o amor o caminho perdido na floresta
Ao ouvir a voz da sereia nada discreta
Vermelho era a cor modesta
A passear nas faces de forma aberta
Entre lençóis, travesseiros e coberta
Manteram o fogo aceso e a cama alerta
Momento etéreo de um sublime nada vago
A custo de um sentido que nunca será pago
Nenhum ouro compra o olhar do mago
E o beijo doce que desfez o amargo
Foram um para o outro e os dois em um
Vivênciando flores incomum
E os corações em sintonia sem medo algum
A desejar nada mais do mundo...
Outro corpo??? Nenhum, nenhum...
Isto é que é completude, guria. Excelente, simplesmente.
ResponderExcluiroLÁ OLÁ RACKEL, QUE PRAZER VE-LA AQUI NOO BLOG... OBRIGADO, VOLTE SEMPRE... ABRAÇOS!
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